sábado, 27 de janeiro de 2007


Chiens de Faucon Chiens d'Oysel Chiens d'Arrêt - por G. de Marolles

"... L'histoire du chien d'arrêt est mêlée à celle du chien courant et à celle du chien d'oiseau que est liée elle-même accessoirement et irrégulièrement à celle de la fauconnerie, branche de l'oisellerie.

'Le chien d'arrêt est nê à la suite de la Fauconnerie'. Toussenel le dit; encore faut il expliquer la part de vrai de cette idée si joliment rappelée par le terme anglais 'Flush' que le Baron Jaubert signale être issu de To Flush, mettre à l'essor (Le Pointer, p.131).

(...) D'où la nécessité de recommencer les recherches qu'ils n'ont pas achevées pour compléter l'Histoire de tous les termes cynégétiques modernes. Phoebus, Gace de la Bigne, Du Fouilloux, et Claude Gauchet leur sont connus ainsi que les Romans du moyen age ..."

in, 'Chiens de Faucon Chiens d'Oysel Chiens d'Arrêt, de G. de Marolles, Les Éditions de L’Éleveur; Paris, 1922'

[a continuar]

5 comentários:

VdC disse...

Outro excerto "fundamental" :

"Le jour où il a écrit cela cet habile cynologue [Pierre Mégnin] avait éventé la vérité qu'il n'avait jamais entendu dire autour de lui. Evidemment ce chien du Vatican n'était pas dressé à la mode d'aujourd'hui ; il n'a pas un type de chien courant (...) il nous semble être un chien de chasseur au filet, aussi bien d'oiseleur ou de fauconnier, le prédécesseur du chien couchant ou d'arrêt."

Chiens de Faucon...
pp.88-89.

Magnífico blog.
Vladimir de Castro
Presidente do CFPP

martin disse...

Caro VdC:

De facto, assim parece. Não tinha, ainda, arribado a essa parte do Cmdt Marolles. Grato pela missiva

martin

Anónimo disse...

bom comeco

américo disse...

Com muita brevidade g. de Marolles apresenta como teses principais:
1º O chien d'arrêt terá uma origem ancestral remontando aparentemente ao mesolítico...
2º O chien courant e o chien d'Arrêt opõem~se incompatível e radicalmente da morfologia ao comportamento
3º Assim, o que está em causa é o combate contra a "tese do enxerto" do chien d'arrêt no chien courant num processo evolutivo.
4º A hereditariedade e a transmissão de caractéres não são reportadas a uma teoria específica, são racionalizadas em termos gerais e reportadas aás teorias pré-mendelianas.
5º "Chiens de facon, ..." não suporta os resultados a que chegaram os autores que posteriormente investigaram a falcoaria, com destaque para a falcoaria árabe antiga, e as caças romanas e gregas antigas (cujos resultados são resumidos por Bugnion, "Les chasses médiévales)
7º P. Tort autor do conceito de "complexes discoursifs" (são determinadas estruturas reiterativas, são enunciados que reaparecem, que se repetem e que,assim, vão sendo retommados nos discursos e nos textos, veiculando ideologias para-científicas) P. Tort tem em adiantada preparação, "Histoire do darwinisme en France" que é uma chrono-bibliografia analítica comentada de todas as publicações francêsas com relação directa ou mediatica com a teoria darwiniana entre 1900 e 2003. Certamente que comentará "Chiens de faucon, chiens d' oysel, chiens d'arrêt.

6º Resulta, assim, que "Chiens de fauco, chiens d'oysel, chiens d'arrêt", 1922, é o anti Piétrement, o against Toussenel em relação à origem do chien d'arrêt e é uma rejeiçao do transformismo. G. de Marolles nunca refere Darwin que é para aqui chamado porque pode ser esclarecedor. De facto, G. de Marolles demontra lacunas de conhecimento, demonstra desconhecimento e confusão - usa e cita discípulos e seguidores mais que assumidos de charles Darwin, como Romanes, Varigny e outros autores menos conhecidos como, por ex., Hachet-Souplet, não os reconhecendo comos Darwinianos ortodoxos puros e duros Isto determina um grau de inconsistência que atinge o grau de intolerável na argumentação das suas teses. G. de Marolles acaba por pedir a intervenção dos professores du Museuym(Varigny, etc. qase todos darwinianos, evolucionistas, ...) para que ponham trmo urgentemente ao descalabro da "teoria do enxerto",em nome do perigo público que esta teoria, na sua opinião, representa.

américo disse...

[G. de Marolles, continuação do comentário]

8º Porque não, para esclarecer a questão do "chien de quête avec..." de G de Marolles; porque não recentrar a problemática da origem do "chien d'arrêt"m etc., com o Chap. 5 - The physical onformation of a bred e Chap. 6 - Differences in the Behavior of Dogbreds, etc.

que constam dum livro que pareceu, já não tão recentemente como isso, - um livro importante, original inglês e tradução Espanhola:
Raymond Coppinger & Lorna Coppinger, "Dogs: A new understanding of Canine Origen, Behavior and evolution", 2001, 2002.
Biologists, breeders and trainers, champion sled dogs racers, Raymond ans Lorna Coppinger have more than four decads of experience with literally thousands of dogs. Offering a scientifically informed perspective on canines and their relations with humans, the Coppingers take a close look at eight different types of dogs - household, village, livestock guarding, herding, sled-pulling pointing, retrieving, and hound. They argue that dogs did not evolve directly from wolves, nor were they trained by early humans; instead they domesticated themselves to exploit a new ecological niche: Mesollithic village dumps. Tracing the evolution of today's breeds from these village dogs, the Coppingers show how caracteristics shapes and behaviors - from pointing and baying to the sleek shaps of running dogs - arise from both genetic heritage and the environments in which pups are raised.
Raymond Coppinger & Lorna Coppinger, "Perros - Una nueva interpretación sobre su origen, comportaminto y evolution", 2004