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segunda-feira, 26 de julho de 2010

A CAÇA - ILUSTRAÇÃO PORTUGUESA



"A CAÇA", in "Ilustração Portuguesa", I Ano, nº42, 22 de Agosto de 1904 [clicar na imagem]

via Hemeroteca Digital (Hemeroteca Municipal de Lisboa)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

CAÇADA EM HONRA DE CARLOS V NO CASTELO DE TORGAU - LUCAS CRANACH (O VELHO)



Pormenor de uma cena de caça em honra de Carlos V [imperador da Alemanha, em 1519] ou Carlos I [rei de Espanha (da Sicília, de Nápoles e das colônias da América), em 1516. Carlos de Gante (na Holanda, lugar onde nasceu: n.1500-m.1558) ou de Habsburgo e de um sem número de outros títulos e governos mais - i.é., torna-se representante de vastos estados herdados dos Habsburgo -, com uma governação centralizadora e imperial (num tempo onde os conflitos ideológicos e religiosos, as revoltas sociais e as guerras foram uma constante), casou (1526) com a sua prima Isabel de Portugal, filha do rei D. Manuel I de Portugal, de que tem sete filhos (teve, ainda, outros sete ilegítimos)] - gravura datada de 1544 e atribuída a Lucas Cranach "O Velho" [1472-1553. Note-se que os seus três filhos eram todos exímios pintores, e trabalhavam em equipa (ler mais AQUI)].

Esta gravura é citada pela literatura portuguesa sobre o "cão de parar", nomeadamente é referida [pp. 20-21] no "Perdigueiro Português. O Cão de Parar" de Jorge Rodrigues [Edições Inapa, 1993], onde se lê o seguinte a propósito do pormenor da gravura, acima postada: "... Um cão 'mostra' a caça - cabeça grande, chanfro curto, stop vincado, cor amarela. O nosso perdigueiro no século XVI ...". A referência (p.20) da presença da imperatriz Isabel de Portugal, justamente na cena da caçada que acima se apresenta ["que caça de besta tendo próximo um perdigueiro português em mostra"] não é totalmente despicienda.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

RUY D'ANDRADE - CÃES DE CAÇA



RUY d'ANDRADE - "Cães de Caça", in Revista Caça & Sport, 18 de Abril de 1924, pp.6-13

[clicar em full, para ler em ecrã total]

quinta-feira, 6 de maio de 2010

DE NOVO ZACHARIAS D'AÇA - "BATALHA DOS MODERNOS"





Curiosa narrativa [clicar na foto] de Zacharias d'Aça ["Caçadas Portuguezas" - download em pdf, AQUI], já anteriormente referida, onde (sem tibiezas) trata da "batalha dos modernos" com os do "velho espírito nacional".

Isto é, o autor canta a "invasão" da península pelo pointer [esse "aventureiro desconhecido"] e uma presumida "extinção" do navarro português.

Sobre o assunto e a polémica "tragédia" do navarro, consultar AQUI algumas ideias que a isso diz particularmente respeito.

A ler com a devida atenção.

sábado, 3 de abril de 2010

AINDA ... ZACHARIAS D'AÇA






Regressamos a Zacharias D'Aça de as suas "Caçadas Portuguezas" [download em pdf - AQUI]. Curiosa peça biográfica do erudito liberal, talentoso crítico de arte e bibliotecário, escritor e publicista, amante da caça e da Arte.

ler/download AQUI.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

HISTOIRE DES LIVRES DE CHASSE


"La longue histoire de la chasse aux chiens courants, antérieure même à l'invention de l'imprimerie (vers 1450), est jalonnée de traités de référence.

Après des manuscrits latins, les premiers traités de vénerie écrits en français datent du XIVe siècle: Guillaume Twici, le célèbre Gaston Phébus, comte de Foix (1387), Henry de Ferrières (Le livre du roy Modus, composé vers 1360 et imprimé en 1486).

Au XVIe siècle, paraît le plus important texte français sur la vénerie, celui de Jacques du Fouilloux, gentilhomme poitevin (1561). Il est suivi de La chasse du loup de Clamorgan (1566). À la même époque, c'est le roi de France, Charles IX, qui compose un traité de la vénerie du cerf, sous le titre le plus approprié, La chasse royale (publié en 1625).

Les commandants de la vénerie du roi ou des gentilshommes de province vont rédiger par la suite des traités qui vont nourrir la tradition de la grande vénerie française, modèle unique dans une Europe dont le centre est Versailles: R. de Salnove (1655), Gaffet de La Briffardière (1742), J.B. Le Verrier de la Conterie (1763), Goury de Chamgrand (1769), J. d'Yauville (1788).

Au XIXe siècle, les traités de vénerie ne disparaissent pas. Les noms de Boisrot de Lacour, Le Couteulx de Canteleu, Chabot ou d'Armaillé rappellent de célèbres veneurs et des auteurs remarquables. Mais il apparaît aussi à cette époque, suite naturelle de la théorie, de nouveaux ouvrages aux pages mémorables: les récits et les souvenirs. Le veneur se raconte avec plaisir et aime partager sa passion. Aussi ces textes rencontrent rapidement un grand succès !

Le plus célèbre de ces mémorialistes reste le marquis de Foudras dont les ouvrages (publiés entre 1849 et 1914) ont nourri la passion de générations de veneurs. À sa suite, et jusqu'à nos jours, viennent D'Osmond, Halna du Fretay, La Besge, Gasté, Martimprey, Vialar ou les piqueurs Daguet. Les plus beaux laisser-courre revivent sous leur plume, illustrés avec élégance par Karl Reille, Xavier de Poret ou Charles-J. Hallo.

Ainsi, à travers manuels et récits, les ouvrages de vénerie forment un remarquable témoignage -sur plus de six siècles- des rapports entre l'homme et la nature. Conservant un vocabulaire spécifique très ancien, ces textes témoignent d'une tradition dont les animaux et les chiens sont les principaux acteurs" [retirado AQUI]

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

CAÇADAS PORTUGUESAS



CAÇADAS PORTUGUESAS. Paizagens - Figuras do campo, de Zacharias d'Aça, Lisboa, 1898

via Internet Archive

segunda-feira, 12 de março de 2007

TAPADA DE VILA VIÇOSA


O Rei Dom Carlos na tapada de Vila Viçosa

El-Rei D. Carlos, em 1907, na tapada de Vila Viçosa, pronto para a caçada.

Foto (por Bobone ?) in Arquivo Fotográfico de Lisboa

domingo, 25 de fevereiro de 2007

LE LIVRE DE CHASSE - GASTON PHEBUS


La chasse comme art de vivre

"... je loue et conseille à toutes manières de gens, de quelque état qu'ils soient, d'aimer les chiens et les chasses et les divertissements que procurent les bêtes ou les oiseaux; car jamais je ne vis prud'homme, si riche fût-il, vivre oisif sans aimer le plaisir des chiens ou des oiseaux. Car c'est le fait d'un cœur bien lâche de ne point vouloir travailler. Et s'il y avait nécessité ou guerre, il ne saurait pas ce que c'est, et il faudrait qu'un autre fît ce qu'il devrait faire: car on dit toujours: 'tant vaut le seigneur, tant vaut sa gent et sa terre'. Et je dis aussi que jamais ne vis homme aimant le travail et le plaisir des chiens et des oiseaux, qui n'eût en soi beaucoup de bonnes qualités; car ce lui vient de droite noblesse et gentillesse de cœur, de quelque état que l'homme soit, ou grand seigneur ou petit, ou pauvre ou riche ..."

[Le Livre de Chasse, de Gaston_Phebus - ler aqui]

ANTÓNIO PEREIRA REGO


António Pereira Rego [1629-1692]

Cavaleiro da Ordem de Cristo, natural de Ponte de Lima, filho de Fernando Pereira Rego e Margarida Salgado, "desde a adolescencia se instruyo com aquellas artes dignas do seu nacimento, sendo taõ valerozo na Campanha contra os inimigos da Patria, como destro, e ayrozo no manejo dos Cavallos, agil, e sciente no jogo das Cavalhadas, e naõ menos insigne no exercício da caça assim das aves como das feras naõ havendo alguma, que escapasse à pontaria dos seus tiros, cujas excellentes partes reduzio a hum Romance seu particular amigo Jeronymo da Motta Abbade de Magaens que esta impresso no principio da obra que publicou intitulada ...

Instrucção de Cavallaria de brida com um copioso tractado de Alveitaria, Coimbra, por Joze Ferreira 1679, [1693, Inocêncio F. Silva] & ibi por Joaõ Antunes 1712" [in Barbosa Machado, vol I], depois 1733, 1767 [Inocêncio F. Silva]

Morre no ano de 1692, com 63 anos de idade [Inocêncio F. Silva]

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

LUIZ AUGUSTO LUDOVICE DA GAMA

"Foi, ao que me lembro, empregado da antiga repartição telegraphica, e depois esteve ao serviço de emprezas particulares. Apaixonado de diversões venatorias, e de tudo o que lhes diz respeito, dedicou se tambem a dar ao prelo escriptos reveladores da sua predilecção. Assim, publicou um Almanach dos caçadores, um Album das damas caçadoras, e uma folha periodica, tambem dedicada á historia dos animaes e das caçadas; porém não posso deixar aqui a descripção exacta e minuciosa, d'esta ultima, por não ter presente nenhum exemplar d'ella, nem me occorre se a sua existencia foi curta ou longa. Da primeira dou a seguinte nota:

Almanach dos caçadores (joco serio) para o anno de 1862. Lisboa, imp. Nacional, 1861. 8.o gr. de 88 pag. Ornado de muitas gravuras"

[in, Diccionario Bibliographico Portuguez, de I. Francisco da Silva, Vol XIII, letra J-L]

domingo, 11 de fevereiro de 2007

MANUEL SEVERIM DE FARIA


Manoel Severim de Faria, in Discursos varios politicos ,impressos por Manoel Carvalho, impressor da Universidade, 1624

[ver e ler - aqui download integral da obra - o Discurso III, "Com que condições seja Louvavel o exercicio da Caça"]

La Caza en el Medievo Peninsular - por María Isabel Montoya

« ... caza con aves, 'arte de volatería' o 'cetrería', comenzó a practicarse de forma generalizada en la Península Ibérica en la Alta Edad Media, aunque sería en los siglos posteriores en los que alcanzaría su época de mayor apogeo al convertirse en una de las actividades preferidas por las categorías nobiliarias, especialmente por la más alta aristocracia [Menjot, pág. 255], ya que 'para el guerrero medieval, no se trataba sólo de una diversión, sino que su práctica ayudaba a fortalecer el cuerpo en contacto con los cambios atmosféricos: el calor, la lluvia, el viento...' [Núñez Rodríguez, pág. 539]; es decir, en esa práctica el cuerpo jugaba un papel importante al igual que los caballos, los perros y, cómo no, las aves.

Los beneficios que reportaba al caballero esta forma de caza aparecen en el Libro de la caza con aves del Canciller Ayala:

'(...) Et por escusar estos dapnos que vienen al ánima et al cuerpo en estar los homes ociosos, fallaron aquellos que ovieron de criar los fiios de los reyes et de los príncipes et grandes señores, que los toviesen á todo su poder guardados de ser ociosos, et trabajasen et ficiesen ejercicio por sus personas et cuerpos en algunas cosas buenas et honestas, con que tomasen placer sin pecado, sirviéndose et aprovechándose de las cosas que Dios crió et fizo para servicio del home, segund dicho es. Et entre las muchas maneras que cataron et fallaron para esto, vieron otrosí que era bien que los señores et príncipes anduviesen algunas horas del día, como de la mañana et en las tardes, por los campos, et mudasen el aire, et feciesen con sus cuerpos ejercicio. Et pues que así andaban, que era bien que hobiese homes sabidores en tal arte, que sopiesen tomar de las aves bravas, et las asegurasen et amansasen, et las ficiesen amigas et familiares del home [Canciller Ayala, Libro de la caza con aves, págs.144-145](...)'»

[María Isabel Montoya, La Caza en el Medievo Peninsular - ler o texto aqui]

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007


ElRey foy á caça

"Entrado o verão, ElRey foy á caça hum dia, com aves e montaria: com elle muytos senhores, que era grão numero de gente. ElRey hia assentado em hum andor aos hombros d’homens, em que se podia asentar em cadeira quando queria, todo forrado de folha d’ouro e pedraria, cuberto com panno de brocado, e outra cubertura mais alta d’outro panno, por resguardo do sol; ElRey vestido de camisas brancas compridas, e em cyma em huma rica cabaia, e na cinta huma adaga d’ouro e pedaria, e na cabeça touquinha branca detrás d’ElRey cem cavallos selados gornecidos d’ouro e prata, cubertos com telizes de panno de seda de cores, compridos até meã perna, que pages levarão a destro; e detrás o seu estribeiro mó. Toda a gente hia afastada pelas bandas casy meo tiro de besta (...) E chegando a hum grande campo onde avia de ser a caça, o caçador mor apartou a gente per ordem derrador do campo, que fiqou em meo espaço de duas legoas e mais; ElRey se pôs no meo do campo ao pé de huma arvore, qm cyma da qual tinha huma casinha em que se pôs alto, que via todo o campo; e com elle estavão homens com aves de todos as sortes, e muy fremosos e grandes falcões, e lebréos, e galgos, e onças caçadoras; onde ally estava Miguel Ferreira com huma lança, que lhe ElRey mandou dar pêra matar a caça.

A gente per fora correrão e baterão os matos, com que deitarão as alimárias péra o campo, per onde corrião e andarão de huma parte pêra outra, de que nom podião fogir, que a gente tinhão cercado, que de todas as partes lhe bradavão e tangião cornetas e bozinhas; com que a gente com muyta ordem se veo çarrando pêra onde estava ElRey, que o campo ficando pequeno era cheo de muytos porqos, veados, gazellas, lebres, e outras muytas sortes d’alimarias, a que ElRey mandava deitar os ca~es, e pelejavão e aferravão a caça, e recolhia hum e mandava deitar outro em ajuda, e assy as onças, que tudo vinha ter ante ElRey"

[Gaspar Correia, Lendas da Índia, ..., Livro Segundo em que se recontão os famosos feitos de D'Afonso D'Alboquerque, ..., Tomo II, Lisboa, Typ. da Academia Real das Sciencias, 1860]

sábado, 27 de janeiro de 2007


A Caça no Brasil

Curioso "Manual do Caçador ... em toda a America Tropical acompanhado de um glossario dos termos usuaes da caça, ..., Rio de Janeiro, 1860".

"Dos Cães de Caça:

... todas as espécies de cães se pode, por meio da educação e ensino, tirar partido para aquella caça a que mais os tiver ageitado a natureza; pois fora absurdo querer destinar a perseguir veados um cão pesado e de pernas curtas, ou a seguir as pacas, na terra e na agua, e a metter-se pelas suas tocas, um grande rafeiro ou mastim. Fundadas nesta verdade os caçadores distinguem principalmente os cães, segundo aquella para que, em virtude dos seus dotes e propensões naturaes, os destinam com mais vantagens do que outros: assim chamam cães de mostra ou perdigueiros os que especialmente se votam à caça das perdizes. Estes são de rastro (setters) quando seguem a perdiz com o focinho no chão, e ventores (pointers) quando farejam de alto, que são os mais estimados ..."

[ler integralmente a obra, aqui]