quinta-feira, 3 de junho de 2010

1º CONGRESSO DE CAÇA E TIRO - COMISSÃO ORGANIZADORA



FOTO da Comissão Organizadora do 1º Congresso de Caça e Tiro [11 de Julho de 1937]: com o ministro da Agricultura, estão identificados: General Bernardo do Canto; capitão Manuel Veloso; dr. José Arantes de Freitas Cruz; dr. Rui de Andrade; dr. Rafael Duque; dr. José Penha Garcia; Leopoldo Carmona; Raul Miguéis; dr. António de Mantero [via Torre do Tombo]

[clicar na FOTO]

RUY D'ANDRADE - CÃES DE CAÇA



RUY d'ANDRADE - "Cães de Caça", in Revista Caça & Sport, 18 de Abril de 1924, pp.6-13

[clicar em full, para ler em ecrã total]

RUY D'ANDRADE



RUY D'ANDRADE "junto a uma égua Sorraia afilhada (1960".

De referir que Ruy d'Andrade é notável paleontólogo [ver AQUI, AQUI e obra disponível na Biblioteca Nacional, AQUI].

quarta-feira, 2 de junho de 2010

RUY D'ANDRADE - A MINHA EXPERIÊNCIA NO ENSINO DO POINTER



RUY D'ANDRADE - "A Minha Experiência no Ensino do Pointer", Lisboa, 1959 [clicar em "full" para ler em ecrã total]

via Cão de Parar, in Slideshare. Vamos disponibilizar, ALI, alguns textos ou documentos importantes para a história, divulgação e debate sobre o "cão de parar".

quarta-feira, 26 de maio de 2010

ARTE DE BALLESTERIA Y MONTARIA - A. MARTINEZ DE ESPINAR


Referimos AQUI a “Arte de ballesteria y monteria” (1644), de Alonso Martínez de Espinar (1594-1682). Regressamos a Espinar e à sua preciosa peça de bibliografia cinegética – valiosa e de grande raridade (ver Palau 154967) -, por diversas vezes citado à propósito do "cão de caça" [Arkwright, p. ex.].

O Livro “Arte de ballesteria y monteria”, de Espinar, está digitalizado no Google Books ... AQUI.




[clicar nas fotos]

domingo, 9 de maio de 2010

ZACHARIAS D'AÇA - POR BULHÃO PATO





ZACHARIAS D'AÇA, por Bulhão Pato - in revista Ocidente, Ano 21º, nº717, Novembro de 1898, p. 266-267 [ler todo o TEXTO AQUI]

ler/download AQUI.

O FINAL D'UMA CAÇADA - por ZACHARIAS D'AÇA



O Final d'Uma Caçada (dedicado a Gabriel Pereira), por Zacharias d'Aça, in revista OCIDENTE, Ano XVI, nº 533, p. 230.

ler/download AQUI.

MR. DE SELINCOURT - "DE LA CHASSE DES LEVRIERS"



in De La Chasse (parte III), "Histoire de la vie privée des français depuis l’origine de la nation jusqu’à nos jours", Paris, 1815 (nova edição), tomo I, p. 407 [clicar na foto]

De notar no recurso feito à citação bibliográfica de Mr. De Selincourt, “Le Parfait Chasseur, pour l’instruction des personnes de qualité ou autres qui aiment la chasse ..., A Paris, Chez Gabriel Quinet ..., 1683", um aviso insuficiente em nota de roda-pé, sem qualquer referência à página consultada. O que é lamentável e não se aconselha.

Ora a dita referência a Selincourt vem no Capítulo XXI – "De la Chasse des Levriers" -, p.p. 134-138. E, aqui, a transcrição do texto de Selincourt não é totalmente correcta e está, mesmo, truncada. Assim, quando o autor de "Histoire de la vie privée ..." nos encaminha para o segundo grupo de galgos [ver acima], citando Selincourt, refere o cão francês, inglês e polaco (!?), não citando (e está lá, para quem quiser ler) o cão português e o turco [cf. Selincourt, p. 135].

Na p.136, ainda sobre este assunto, e ainda na segunda espécie de galgos, há uma outra referência de Selincourt ao cão português ["Les Portugais en ont aussi de fort bons, mais ils sont de deux sortes: les uns pour les plaines, les autres pour les montagnes. Ceux des plaines sont estimes …"].

Começa a ser preocupante, de facto, que as constantes citações a alguns autores – Selincourt, e em particular a sua douta monografia – sejam feitas de forma imperfeita, incompleta ou mesmo de registo grosseiro. Sendo certo que o repertório bibliográfico sobre o cão de caça é vultuoso, antigo no tempo e, por isso, difícil de encontrar com facilidade, tal não pode significar que as fontes não devam ser rigorosas. Para que os erros e as omissões não criem "cismas na alma". Et pour cause ...

sábado, 8 de maio de 2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

SOBRE AS TÁBUAS DA ENCICLOPÉDIA DE DIDEROT - "A CAÇA"





ler TUDO AQUI [clicar nas imagens].

THE SPANISH POINTER – by STONEHENGE



Stonehenge [aliás John Henry Walsh (1810-188) - escritor e cirurgião inglês que se notabilizou no estudo, escrita e divulgação (foi editor da revista The Field, 1853-1857 – revista tipicamente britânica, onde a caça, o debate sobre os cães e as raças, as armas, ou sobre a cerveja e gastronomia, coexistem, não fosse o The Field um lugar perfeito do imaginário social das classes altas inglesas) de temas (com o pseudónimo já referido, Stonehenge) em torno de armas de caça e de desporto, cães de caça, falcoaria, cavalos, sendo, também, um curioso associativista e xadrezista] AQUI [em .pdf], numa peça bibliográfica importante – "The Dog, in Health and Disease. Comprising the various mode of breaking and using him for hunting, coursing, shooting, etc., and including the points or charactereristics of toy dogs", Londres, 1872 (2ª ed.) -, mesmo se o autor, procurando as fontes em velhos textos de antanho, parece por vezes excessivo e levante algumas dificuldades. Diga-se que Walsh recorre, como seria de esperar de um cirurgião, ao método científico para analisar, evidenciar e construir as suas premissas.

FOTO: "The Spanish Pointer", desenho de Luke Wells.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

DE NOVO ZACHARIAS D'AÇA - "BATALHA DOS MODERNOS"





Curiosa narrativa [clicar na foto] de Zacharias d'Aça ["Caçadas Portuguezas" - download em pdf, AQUI], já anteriormente referida, onde (sem tibiezas) trata da "batalha dos modernos" com os do "velho espírito nacional".

Isto é, o autor canta a "invasão" da península pelo pointer [esse "aventureiro desconhecido"] e uma presumida "extinção" do navarro português.

Sobre o assunto e a polémica "tragédia" do navarro, consultar AQUI algumas ideias que a isso diz particularmente respeito.

A ler com a devida atenção.

sábado, 3 de abril de 2010

IN MEMORIAM ZACHARIAS D'AÇA 1839-1908


"Entroncado, de bom aspecto, bigode forte e mosca, com seu colarinho engomado e gravata preta em laço, quase uma fita, Francisco Zacarias de Araújo da Costa Aça tinha um ar de bonomia, filho de um militar, Zacarias D’Aça foi um erudito, um caçador emérito, um escritor vernáculo e cavaqueador infatigável.

Profissionalmente, foi 2º oficial da Direcção Geral d’Instrução Pública; leccionou durante 14 anos no Colégio Luso-Brasileiro, foi sócio efectivo do Grémio Artístico e Académico, sócio de mérito da Academia Real de Belas Artes, exercendo com a maior competência o cargo de bibliotecário.
Dedicou-se a assuntos históricos, cinegéticos, à arte e investigação deixando vasta obra publicada, privou com Castilho, Herculano, de quem herdou qualidades literárias.

Prosador de finas e poderosas faculdades, teve singeleza e colorido, elegância e individualidade.

Para além de colaborador em esparsos periódicos da época Occidente, Tiro Civil, Tiro e Sport, A Caça, foi também fundador e director literário do primeiro periódico de caça que existiu nas nossas terras Jornal dos Caçadores, 1875. Também preparou e publicou obras onde o prazer da caça sempre teve lugar destacado, como sucedeu em 1883 com o Almanach dos Caçadores, que incluía preciosas informações e conselhos úteis. Em 1899 publica Caçadas Portuguesas. Figuras de campo, paisagens; e aqui quer na descrição de caçadas, de paisagens ou personagens, a sua pena esteve seguramente à altura de um Silva Porto. Em 1907 já bastante doente, e como se de um último fôlego de tratasse ainda publicou Lisboa Moderna onde trata de assuntos para além do prazer da caça, ainda assim pintando com toda a sua mestria uma boa meia dúzia de episódios de caça. E como se não bastasse por si só, a beleza no estilo, o apropriado da linguagem a graça na descrição, também figuram nas suas páginas os caçadores mais notáveis da época.

Pode ser-se um bom caçador no mato, bater-se a meia encosta com muito vagar, uma bandada de perdizes ou ler no chão rijo o rasto do arteiro e vigoroso javali que vai ferido, mas escrever com maior entusiasmo e singeleza que Zacarias D’Aça não é fácil, foi inegavelmente, o primeiro e ainda do melhor que se escreveu do género em Portugal. Estou seguro que ainda tem a seu lado a sua cadela predilecta a 'Jóia', a sua escopeta 'scott' e seus bons companheiros Bulhão Pato, Lopes Cabral, Carlos e Jaime Bramão, Dr. Avelar, Dr. Manuel Bento de Sousa (o famoso Dr. Minerva …) bem como o catraeiro Lourenço, o homem que os transportava para a outra banda em busca da elegante codorniz, da nédia lebre ou da esquiva narceja nesse juncal alagado da Trafaria com alcantis bordejados pelo Tejo.

Quem diria, o paraíso da caça que era a Trafaria meados do século XIX!
Um outro dos seus caçadeiros preferidos, eram essas encostas da Arruda revestidas de vinhedos que corria em busca de uma boa cintada de perdizes, por este lugares ainda ecoam estéreis tiros, deste ínclito caçador-escritor muito marcado pelo romantismo.

Não poderia pois velho companheiro no centenário da sua morte, deixar de relembrá-lo, e dedicar-lhe embora que parcas algumas palavras amigas e de admiração
"

Texto de Nuno Sebastião, in Calibre 12, Dezembro de 2008 [aliás in RIBEIRA SECA, de Pedro Miguel Silveira, com a devida vénia] - sublinhados nossos

AINDA ... ZACHARIAS D'AÇA






Regressamos a Zacharias D'Aça de as suas "Caçadas Portuguezas" [download em pdf - AQUI]. Curiosa peça biográfica do erudito liberal, talentoso crítico de arte e bibliotecário, escritor e publicista, amante da caça e da Arte.

ler/download AQUI.

JEAN-BAPTISTE OUDRY


Jean-Baptiste OUDRY 1686-1755 - "... Oudry a laissé un grand nombre de dessins. Les plus connus sont les 275 dessins qui servirent à l'édition dite des Fermiers généraux[2] et les Fables de La Fontaine, gravées par Charles-Nicolas Cochin. Il est également l'auteur d'un Almanach de rébus paru en 1716.

Oudry a peint le portrait, l'histoire, les chasses, le paysage, les animaux, les fruits, les fleurs ...
" [ler AQUI]

sexta-feira, 2 de abril de 2010

SIR RALPH SADLER


Retrato [por Mare Gerhardt?] de SIR RALPH SADLER [SADLEIR or SADLEYER] (1507-1587), via Bibliotheca Accipitraria.

Ralph Sadler foi diplomata, agente e secretário do Rei Henrique VIII e "Grand Falconer to Queen Elizabeth".

sábado, 5 de dezembro de 2009

ANTÓNIO RODRIGUES PIMENTEL



[Ms.] TRATADO DA CURIOSIDADE DA CAÇA DA MONTARIA, offerecido ao muito alto, e poderoso Rey D. João IV, legitimo successor da Monarquia Lusitana. Escrito a 4 de Janeiro de 1649 - composto por António Rodrigues Pimentel, "natural da vila de Aldeia Gallega do Ribatejo, caçador do Serenissimo rey D. João I". [in Diogo Barbosa, T. IV]

O original, "que vimos, consta de tres livros. O primeiro tem vinte e seis capitulos, o segundo trinta, e o terceiro dezanove. Conserva-se no Archivo da Serenissima Casa de Bragança" [ibidem]

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

HISTOIRE DES LIVRES DE CHASSE


"La longue histoire de la chasse aux chiens courants, antérieure même à l'invention de l'imprimerie (vers 1450), est jalonnée de traités de référence.

Après des manuscrits latins, les premiers traités de vénerie écrits en français datent du XIVe siècle: Guillaume Twici, le célèbre Gaston Phébus, comte de Foix (1387), Henry de Ferrières (Le livre du roy Modus, composé vers 1360 et imprimé en 1486).

Au XVIe siècle, paraît le plus important texte français sur la vénerie, celui de Jacques du Fouilloux, gentilhomme poitevin (1561). Il est suivi de La chasse du loup de Clamorgan (1566). À la même époque, c'est le roi de France, Charles IX, qui compose un traité de la vénerie du cerf, sous le titre le plus approprié, La chasse royale (publié en 1625).

Les commandants de la vénerie du roi ou des gentilshommes de province vont rédiger par la suite des traités qui vont nourrir la tradition de la grande vénerie française, modèle unique dans une Europe dont le centre est Versailles: R. de Salnove (1655), Gaffet de La Briffardière (1742), J.B. Le Verrier de la Conterie (1763), Goury de Chamgrand (1769), J. d'Yauville (1788).

Au XIXe siècle, les traités de vénerie ne disparaissent pas. Les noms de Boisrot de Lacour, Le Couteulx de Canteleu, Chabot ou d'Armaillé rappellent de célèbres veneurs et des auteurs remarquables. Mais il apparaît aussi à cette époque, suite naturelle de la théorie, de nouveaux ouvrages aux pages mémorables: les récits et les souvenirs. Le veneur se raconte avec plaisir et aime partager sa passion. Aussi ces textes rencontrent rapidement un grand succès !

Le plus célèbre de ces mémorialistes reste le marquis de Foudras dont les ouvrages (publiés entre 1849 et 1914) ont nourri la passion de générations de veneurs. À sa suite, et jusqu'à nos jours, viennent D'Osmond, Halna du Fretay, La Besge, Gasté, Martimprey, Vialar ou les piqueurs Daguet. Les plus beaux laisser-courre revivent sous leur plume, illustrés avec élégance par Karl Reille, Xavier de Poret ou Charles-J. Hallo.

Ainsi, à travers manuels et récits, les ouvrages de vénerie forment un remarquable témoignage -sur plus de six siècles- des rapports entre l'homme et la nature. Conservant un vocabulaire spécifique très ancien, ces textes témoignent d'une tradition dont les animaux et les chiens sont les principaux acteurs" [retirado AQUI]

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ENGLISH FALCONERS



English Falconers of the XVII Century, de F. Barlow, in Bibliotheca accipitraria.

Bibliotheca Accípítraria



Bibliotheca accipitraria. A CATALOGUE OF BOOKS ancient and modern relating to FALCONRY, with notes, glossary and vocabulary, por James Edmund Harting. Librarian to the Linnean Society of London, London, Bernard Quaritch, 15 Piccadilly, 1891.

online in Internet Archive Org.