
Após porfiado, quanto inusitado, descanso
estamos de caminhada. O cantar do dia ou o desvio do desejo, assim como a modos de "rogos" que os "
moços do monte" linguarejavam nas suas montarias a conduzir os cães, fazem-nos regressar a esta nossa antiquíssima demanda, para dar cumprimento ao
ofício & fazer proveitosa colheita, sem pena nem empacho. "
Vamos devagar que temos pressa" [
Domingos Barroso]
Estamos de regresso,
sensatos nos serões,
espírito varonil por feito de aprazar, sem ditos sentenciosos mas com as devidas
alfaias, pouco arrumadinhos mas, ainda, a acreditar nas palavras e na saudade luminosa da
arte venatória.
Verbum caro factum est.
Para
ledores caprichosos, sem nenhuma das licenças necessárias, o
Cão de Parar está de volta! Disse!